Entenda os desafios e impactos da automação no plantio para o produtor rural

 
 
 
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Em qualquer setor de negócio, a automação no plantio é um processo que facilita o desenvolvimento das operações e melhora o desempenho. O mercado atual é muito competitivo e um dos grandes diferenciais é justamente a utilização de recursos tecnológicos mais avançados.

 

No começo, a indústria era a principal beneficiária da tecnologia. Mas, atualmente, quase todas as empresas precisam de ferramentas que garantam a produtividade e a agilidade das tarefas e do atendimento ao cliente. Produzir mais a menores custos é um dos grandes desafios de todo empreendedor.

 

No agronegócio, é fundamental contar com meios que melhorem a produção sem comprometer a qualidade dos produtos. Ou seja, é necessário ter resultados rápidos, mas satisfatórios. Há muito tempo, as máquinas vêm contribuindo para que o produtor rural consiga se manter ativo e com potencial para se sustentar no mercado moderno.

 

A seguir, mostraremos os impactos da automação no plantio para o produtor rural!

 

 

Quais são as vantagens de automatizar o plantio na produção rural?

 

Existem benefícios da automação no plantio que são muito importantes:

 

  • eliminação de erros humanos;
  • otimização da segurança dos trabalhadores;
  • agilidade no trabalho;
  • melhor custo-benefício;
  • máximo aproveitamento da matéria-prima, que impacta positivamente a sustentabilidade do negócio.

 

Ainda podemos citar outras vantagens para o agricultor. Ele não precisa gastar tanto com mão-de-obra. Muitas máquinas são fáceis de operar, o que é considerado um grande benefício para muitos trabalhadores. O empreendedor também usufrui de um consumo inteligente dos insumos. Enfim, com a automação, há o aumento da produtividade de acordo com a tecnologia adquirida.

 

 

Quais ferramentas podem ser utilizadas para a automação no plantio?

 

O mercado disponibiliza diferentes tecnologias para a automação no plantio. O GPS é uma delas. Para muitas pessoas, ele é somente um recurso básico para que outras ferramentas possam funcionar. Entre eles, o piloto automático no sistema de gestão de plantio e até a correção da terra, que pode ser feita usando GPS, em conjunto com as informações fornecidas pelo mapeamento químico do solo.

 

A automação não consiste em uma única ferramenta, mas em um sistema composto por partes mecânicas, sensores, programas de lógica computacional e controladores (telas). Esse conjunto permite que o comando desejado se comunique com a as ações mecânico-físicas das máquinas.

 

Existem diferentes controladores no mercado, sendo que alguns são bem simples e outros são mais sofisticados e complexos. Há ferramentas de tecnologia que permitem o desligamento linha a linha, a compensação em curva e a taxa variável de adubação.

 

 

Quais são os cuidados que devem ser tomados com essa automação?

 

Na implementação da automação no plantio, é preciso considerar o retorno do investimento. Caso o produtor rural perceba que não é viável a implementação integral do processo, ele poderá implantar gradualmente, até conseguir total automação das operações. Isso significa fazer investimentos menores, em vez de realizar um investimento muito alto de uma só vez.

 

O empreendedor precisa avaliar o que é mais importante fazer, considerando os recursos financeiros que tem disponíveis. Durante a implementação, é preciso entender que a forma de trabalhar mudará muito e que os trabalhadores precisam se acostumar com essa mudança.

 

Ou seja, eles precisam ficar aptos a mexer com segurança nas máquinas, compreendendo seu funcionamento. Eles precisarão de treinamento para operar o novo sistema, principalmente os funcionários que ficarão em contato direto com os processos automáticos, e devem conhecer o máximo possível sobre o assunto.

 

 

Quais desafios a automação do plantio permitiu superar?

 

Um dos desafios em relação ao plantio é trabalhar com agilidade e, ao mesmo tempo, garantir a qualidade das plantações. Isso envolve a uniformidade no desenvolvimento da lavoura, a distribuição efetiva de adubo, a plantabilidade (facilidade nas operações de plantio) e a distância adequada entre as sementes.

 

Quando o produtor rural automatiza o processo, ele obtém um plantio de qualidade, além de conservar seu patrimônio e aplicar a sustentabilidade. A qualidade da lavoura fica assegurada, bem como a agilidade e a produtividade.

 

No Brasil, a mão-de-obra qualificada está escassa e custa caro, o que gera altas despesas para o empreendimento, reduzindo os lucros. Com a automação, esse problema é minimizado, pois muitas atividades manuais são substituídas, cabendo ao funcionário gerenciar o controle das máquinas. Dessa forma, seu trabalho torna-se mais especializado e até mais valorizado.

 

Como a aplicação dos insumos impacta diretamente a lucratividade do negócio, é importante saber utilizá-la com sabedoria. Esse é mais um desafio que a tecnologia automatizada permite superar.

 

É preciso que o empreendedor analise bem suas dificuldades no plantio antes de optar pelas melhores soluções. Apesar dos problemas gerais, cada empreendedor tem seus próprios desafios a superar. Conhecê-los e entender quais as soluções mais adequadas são passos cruciais para o empreendimento.

 

Vale lembrar que o agricultor deve estar aberto às novas formas de plantio, pois quanto mais ele resistir às inovações, menor será seu crescimento. Se os processos não melhoram, a atividade agrícola torna-se cada vez mais difícil, interferindo negativamente na sobrevivência do negócio.

 

 

Quais as perspectivas do uso de máquinas para automação no plantio?

 

A perspectiva por máquinas de automação tende a crescer continuamente porque existe uma elevada demanda por sustentabilidade, por menores gastos na produção e pela utilização racional dos recursos naturais.

 

As primeiras máquinas que apareceram eram totalmente manuais, sem componentes tecnológicos. Depois, surgiram as máquinas conhecidas como “pneumáticas”, que geram maior flexibilidade e eficiência no sistema. Mas suas regulagens ainda são feitas à mão e a sua manutenção custa caro e é demorada.

 

A tendência moderna é a automação no plantio por meio de sistemas elétricos integrados aos dosadores de adubos e de sementes. O sistema promove uma precisão elevada, a remoção de partes mecânicas móveis, a regulagem por meio dos controladores (sem a necessidade de trabalhadores para efetuarem regulagens manuais), a dosagem independente do traçado do equipamento e a manutenção reduzida.

 

 

Onde adquirir máquinas para automatizar o plantio?

 

Qualquer máquina é passível de automação, nova ou antiga. No caso das mais velhas, é preciso considerar se o investimento em sua automação compensa ou se é melhor adquirir um produto novo, já automatizado.

 

Os equipamentos modernos já podem vir de fábrica com a automação que o empreendedor precisa. Mas também é possível automatizar por etapas, distribuindo a disponibilidade dos recursos financeiros ao longo do tempo.

 

Há fornecedores, como a FertiSystem, que oferecem muitas opções, como:

 

  • dosadores de microgranulados e de adubo;
  • sistema de taxa fixa para dosagem elétrica de sementes e adubo por meio do controle via tablet ou smartphone;
  • taxa variável para adubo;
  • desligamento de sementes (linha a linha) com compensação em curva;
  • regulagens por meio de controladores.

 

Essa empresa é uma das únicas no mercado que conta com sistema elétrico para adubação e plantio de sementes. Outras companhias oferecem máquinas com sistema pneumático para adubação e com sistema elétrico somente para sementes.

 

A automação no plantio agrega mais valor ao trabalho do empreendedor rural e promove a expansão de seu negócio. Assim, torna-o mais competitivo, na medida em que conta com sistemas mais avançados e produtivos.

 

 

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